sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Em dois anos falaremos mais com robôs do que com humanos

Não é mais futurismo de seriados sci-fi dos anos 1970: pesquisa da Gartner indica que conversaremos mais com robôs. E é pra já.

por: Fernando Souza Filho

Foto: Kevin Ku / Unsplash.com
Por volta de 2020, nós estaremos conversando mais com robôs do que com outros seres humanos ― e isso inclui até sua família, pois os dispositivos pessoais saberão mais sobre você do que seus próprios parentes.

E mais: em 2022, cerca de 20% de todos os cidadãos das nações desenvolvidas usarão assistentes de Inteligência Artificial para ajudar nas tarefas operacionais e 30% das experiências dos clientes serão gerenciadas por agentes de conversação, ante apenas 3% em 2017.

Essas são as principais conclusões do novo estudo da Consultoria Gartner sober o tema, que aponta ainda: a sociedade fique está cada vez mais propensa a interagir com um bot ― mesmo sem nunca conhecê-lo.

“Os chatbots, que são as ferramentas de conversação em tempo real, vêm para amplificar o entendimento dos anseios dos consumidores, mapeando e analisando suas necessidades desde o momento em que eles iniciam um contato com um canal de atendimento até a resolução final, ajudando-os a interagir com as empresas de forma mais rápida e assertiva”, explica Alexandre Bernardoni, diretor de produto e sócio-fundador da Hi Platform, pioneira na implantação de chatbots no Brasil.

Ele defende que estamos na era da digitalização e da industrialização 4.0, por isso, a Inteligência Artificial veio para mudar a maneira como as pessoas se relacionam com as empresas para satisfazer diversas demandas de compras, dúvidas, pedidos e até reclamações sobre produtos e serviços.

“As pesquisas já apontam que o consumidor prefere resolver a maioria das questões pelo autoatendimento sem qualquer interação humana”, diz Bernardoni. “No entanto, poucas empresas disponibilizam esse tipo de canal, ou seja, o consumidor está em uma ponta querendo um autoatendimento e as empresas têm, às vezes, de 8 a 10 tipos de canais, mas não aquele que o consumidor quer. E nos próximos quatro anos, essa demanda só tende a crescer.”

Outra conclusão do estudo é que, até 2020, 50% das solicitações de atendimento ao cliente de varejo serão conduzidas, pelo menos parcialmente, por meio de aplicativos de conversação baseados em IA.

“As ferramentas ajudam a melhorar a performance de atendimento mais relacionada às dúvidas básicas dos consumidores, ganhando agilidade e reduzindo custo, deixando para o atendimento humano as questões mais estratégicas a serem solucionadas. Os dados estão cada vez mais expostos e as companhias poderão utilizar a inteligência artificial a favor do alinhamento de expectativas e da melhora da experiência do consumidor”, esclarece Bernardoni, que mantém atualmente uma operação de 150 milhões de atendimentos via chatbot e viu os contratos que envolvem o atendimento via robôs (chatbot) aumentar em 160% em apenas um ano.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Quais fake news vão confundir o eleitor nesta quinta-feira?

Em eleição marcada por mentiras surreais como kit gay e mamadeiras eróticas, Jair Bolsonaro tem se beneficiado com a batalha da desinformação.



Por redação exame



Quais notícias falsas serão compartilhadas nesta quinta-feira pela campanhas dos presidenciáveis e por seus aliados para tentar ampliar a rejeição ao adversário? Dentre as marcas inabaláveis do pleito de 2018 está o peso das fake news distribuídas via rede social para minar sobretudo a candidatura do petista Fernando Haddad, cuja rejeição bateu 47%, segundo o último Ibope.

Um estudo feito por USP, UFMG e Agência Lupa mostra que apenas quatro das 50 imagens mais compartilhadas em grupos de WhatsApp entre 16 de agosto e 7 de outubro são verdadeiras. E elas não necessariamente primam pela verossimilhança. O site BuzzFeed chegou a fazer, nesta quarta-feira, uma lista com as fake news mais bizarras da eleição. A maior parte tem Haddad e sua chapa como alvo. Entre elas estão “mamadeiras eróticas não foram distribuídas em creches pelo PT” e “é falsa foto de Manuela com camiseta que traz a frase ‘Jesus é travesti’”.

A fake news campeã das eleições poderia entrar para a lista: o inventadíssimo kit gay (uma suposta cartilha criada por Haddad para espalhar o homossexualismo nas escolas). O Monitor do Debate Político no Meio Digital, ligado à USP, mostra que apenas uma postagem de Jair Bolsonaro (PSL), referindo-se a Haddad como “pai do kit gay”, teve mais de 115.000 compartilhamentos desde que foi ao ar, no dia 10 de outubro. O pastor Silas Malafaia, aliado de Bolsonaro, é outro campeão de compartilhamento da mentira. O Tribunal Superior Eleitoral determinou, na terça-feira, que “kit gay” não existe e determinou a suspensão de links sobre o tema.

Ontem, o próprio candidato do PSL editou uma fala de seu adversário que tinha como tema a mentira para confundir os eleitores. Bolsonaro divulgou trecho de uma entrevista de Haddad ao El País em que o petista fala “ao longo de 28 anos como deputado ele não mentiu, só está mentindo agora”. O capitão afirma que “depois de Cid Gomes, agora é a vez do próprio Andrade tentar ajudar Bolsonaro! 

Pouco depois, porém, o El País postou no Twitter a entrevista completa afirmando que Bolsonaro editou trecho para “sugerir que Haddad o elogia”. Na sequência da frase postada pelo adversário, Haddad afirma que ele não mentiu porque “disse que fecharia o Congresso se fosse presidente, que o filho foi bem educado e não namoraria uma afrodescendente”.

Enfim: não é das mentiras mais cabeludas da campanha, mas é mais um episódio de como entrevistas e frases colocadas fora de contexto e distribuídas pelas redes sociais causam um desserviço ao eleitor.

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Lula é condenado a pagar multa por ‘litigância de má-fé’ em processo de chácara no ABC


Por G1
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi condenado a pagar multa por litigância de má-fé, acusado de tentar enganar a Justiça em um processo pela construção de uma chácara em São Bernardo do Campo, no ABC. A decisão foi assinada em 9 de outubro pelo juiz da 1.ª Vara da Fazenda Pública, José Carlos de França Carvalho Neto.

O petista alegava que houve abuso de autoridade por parte da Prefeitura de São Bernardo do Campo por ter embargado, no ano passado, a construção da casa de campo no terreno próximo à Represa Billings. Desde 2017 o município é administrado pelo prefeito Orlando Morando, do PSDB. Seu antecessor é Luiz Marinho, do PT.

O juiz considerou que Lula "alterou a verdade dos fatos, havendo litigância de má-fé". Segundo o magistrado, a obra foi embargada por "construção sem autorização", não havendo abuso de poder por parte da Prefeitura.

De acordo com a decisão, o ex-presidente "fez constar expressamente que não haveria movimentação de terra" durante a obra, afirmando que a tipologia proposta para construção não demandaria isso. Fiscalização posterior teria demonstrado, porém, que houve, sim movimentação de terra, o que motivou o embargo à obra.

"O imóvel está localizado em zona urbana; é imperiosa a necessidade do alvará de obras e compete ao Município o licenciamento ambiental. Requer a denegação da segurança, juntando documentos", segue a sentença.

De acordo com o juiz, o ex-presidente estava "ciente de que qualquer movimentação de terra deveria ser informada ao órgão de fiscalização, indicando o volume".

A nova casa de campo seria construída ao lado do sítio "Los Fubangos", propriedade comprada por Lula na década de 1990 e que foi frequentada por ele até 2004. Naquele ano, o então presidente foi orientado pelo Gabinete de Segurança Nacional (GSI) a deixar de visitar Los Fubangos após animais terem sido mortos a facadas lá.


LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ

A litigância de má-fé se configura quando a parte deduzir pretensão ou defesa contra texto expresso de lei ou fato incontroverso; alterar a verdade dos fatos; usar do processo para conseguir objetivo ilegal; opuser resistência injustificada ao andamento do processo; proceder de modo temerário em qualquer incidente ou ato do processo; provocar incidentes manifestamente infundados ou, ainda, interpuser recurso com intuito manifestamente protelatório (artigo 17 do CPC).

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Como saber se uma notícia é fake news

Serviço do portal G1 permite verificar a veracidade de assuntos compartilhados em mensageiros e redes sociais

Por Marvin Costa, para o TechTudo




A iniciativa Fato ou Fake, do G1, oferece um site em que usuários podem buscar e verificar se um determinado assunto é fake news. O Banco de Boatos é uma ferramenta de busca integrada ao banco de dados do Fato ou Fake. A plataforma reúne, em uma única página, todas as notícias identificadas como falsas que circulam em correntes do WhatsApp e em compartilhamentos no Facebook, por exemplo.


Ao encontrar um boato, usuários podem ler um rápido texto sobre o assunto e abrir a mensagem falsa que viralizou na web. Além disso, o site oferece um link que leva a uma matéria com mais detalhes sobre a notícia falsa. Durante o período eleitoral, a proliferação de fake news é mais intensa, principalmente envolvendo os nomes dos candidatos. Veja a seguir como usar a ferramenta para evitar que boatos continuem sendo compartilhados na web.

Acesse o link a seguir (http://especiais.g1.globo.com/fato-ou-fake/2018/banco-de-boatos) e digite na barra de busca um termo da notícia que deseja checar.

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

RESENHA CRÍTICA DA OBRA “DOS DELITOS E DAS PENAS”, de Cesare Beccaria.



 INTRODUÇÃO

            A obra “Dos Delitos e Das Penas” de CESARE BECCARIA.  Apresenta uma critica as vantagens da Sociedade que não são igualmente repartidas entre todos os membros, certa tendência em acumular em menor número, poder e felicidade deixando a maioria na miséria.
O Livro aborda varias áreas do Direito Penal demonstrando como este tem sido usado durante muito tempo como: instrumento das paixões da minoria, ou o produto do acaso e do momento, e nunca a obra de um prudente observador da natureza humana, que tenha sabido dirigir todas as ações da sociedade com este único fim: todo o bem-estar possível para a maioria”. (pag. 21)

RESUMO

A origem das penas e do direito de punir e demonstrado na obra como a necessidade do homem em se unir em sociedade através de um contrato social visando não viver mais em um estado total de guerra e usufruir de uma liberdade pela certeza de conserva-la, sendo o conjunto de todas essas liberdades o fundamento do direito de punir.
Beccaria defende a humanização das penas caracterizando como sanções e não punições, proporcionais aos delitos cometidos.
As leis são delimitadas como instrumento de controle social para que os seres humanos se respeitem, dando ênfase a importância da lei escrita para que todos tenham conhecimento e nenhum cidadão venha cometer um delito por desconhecimento, gozando com segurança de sua liberdade e de seus bens, pois esta e a finalidade da reunião de homens em sociedade.
Cesare fala que as provas quando dependentes de uma única prova, a quantidade dessas nada muda, pois se essa prova forte for destruída as demais não terão mais nenhum sentido. Mas, quando as provas são independentes entre si, o número, a quantidade, de provas importa visto que quanto mais prova forte mais provável que o delito tenha de fato ocorrido e se constatar que uma é invalida ou falsa, não influirá sobre a validade das demais.
Beccaria se demonstra desfavorável às acusações secretas, pois acredita ser essa a consequência de uma constituição fraca de um Estado. Preferindo a acusação pública, que é a mais positiva para o bem coletivo.
O autor não vê sentido em exigir que o acusado jure dizer a verdade, pois ele tem o interesse em cala-la, pois não acreditava que o homem pudesse jurar de boa-fé que vai contribuir para a sua própria destruição. Também fez protestos contra a prática abusiva nos tribunais como os julgamentos secretos, interrogatórios sugestivos e a utilização de tortura nas confissões.
Sobre a pena de morte um cidadão não pode ter a vida tirada, a não ser que seja a única forma de impedir a prática de mais crimes. Segundo Beccaria as pessoas possuem mais medo de serem destituídas de uma vida inteira de liberdade do que o único momento em que verão suas vidas se esvair. para as pessoas, a morte de um indivíduo apenas é um espetáculo e não uma forma de castigo pelo crime que foi cometido.
Beccaria busca penas justas para cada tipo de delito e não penas absurdas que favoreçam, por sua característica severa, o seu não cumprimento e arbitrariedade perante o Estado. 
É preferível prevenir os delitos a ter de puni-los; e todo legislador sábio deve antes procurar impedir o mal que repará-lo, pois uma boa legislação não é mais do que a arte de proporcionar aos homens a maior soma de bem-estar possível e livrá-los de todos os pesares que se lhes possam causar, conforme o cálculo dos bens e dos males desta existência.
 Sobre o fisco a forma de atuar, deve ter como eixo o interesse público e não ser, simplesmente, um meio de o Estado lucrar em cima de seus cidadãos, o Juiz através do processamento e do julgamento das ações fiscais, tem o poder de usar os meios e os argumentos favoráveis para impor o bem público sobre o abuso do poder estatal.
As penas infamantes segundo o autor devem ser raras, porque o emprego demasiado frequente do poder da opinião enfraquece a força da própria opinião. A infâmia não deve cair tão pouco sobre um grande número de pessoas ao mesmo tempo, porque a infâmia de um grande número não é mais, em breve, a infâmia de ninguém.
O autor acredita que a presteza da pena e útil, pois quanto menos tempo decorrer dentre o delito e a pena mais pessoas ficarão compenetradas da ideia que não a crime sem castigo, se decorrer muito tempo dentre o delito e a pena o prazer e a dor seriam sentimentos isolados e logo esquecidos, e da maior importância punir um crime prontamente se quiser que a pintura sedutora das vantagens de uma ação criminosa desperte imediatamente a ideia de um castigo inevitável, talvez assim o sentimento de horror pelo castigo afaste de cometer um grande crime.
A grandeza do crime não depende da intenção de quem o comete porque a intenção do acusado depende das impressões causadas pelos objetos presentes e das disposições precedentes da alma. Esses sentimentos variam em todos os homens e no mesmo indivíduo, com a rápida sucessão das ideias, das paixões e das circunstâncias.
Se punisse a intenção, seria preciso ter não só um Código particular para cada cidadão, mas uma nova lei penal para cada crime.
Muitas vezes, com a melhor das intenções, um cidadão faz à sociedade os maiores males, ao passo que outro lhe presta grandes serviços com a vontade de prejudicar.

CONCLUSÃO

O Direito Penal é um seguimento de libertação contínua, que pode ser influenciado de forma negativa pelas ideologias jurídicas, manipuladas por todos aqueles que detêm influência ou força de poder, como demonstrou Cesare Beccaria ao longo de sua obra, destacando a importância de mantermos o código penal sempre atualizado a nossa época, com uma obra que após tanto tempo mantém criticas que podem ser aplicadas nos dias atuais. 

            Beccaria deixa claro em sua obra que para que não seja um ato de violência a um cidadão, a pena aplicada deve ser proporcional ao delito cometido.




REFERÊNCIAS

Beccaria, CESARE. Dos Delitos e das Penas. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais 1997 2ª edição.

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

“Em um mundo onde existe uma riqueza de informação,
existe freqüentemente uma pobreza de atenção.”
Ken Mehlman

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

A segurança da informação e seu papel para o sucesso ou o fracasso de um negócio

Por Thales Cyrino

Quando os setores de marketing ou de produtos criam uma novidade, a área de segurança da informação (SI) é sempre vista como aquela que causa dificuldades colocando uma série de regras, e requisitos afetando diretamente os investimentos e o tempo de lançamento necessários para iniciativas.

Em muitos desses casos, as empresas optam por correr o risco e disponibilizar essas ofertas no mercado mesmo sem seguir as diretivas de segurança, expondo todo o negócio a um risco desnecessário que pode chegar a comprometer o futuro, causando enormes prejuízos e até mesmo a falência.

Neste sentido, não podemos esquecer que, com a transformação digital e o alcance possibilitado por ela, organizações podem se tornar de um dia para o outro, grandes players, mas também podem deixar de existir em instantes, principalmente se o impacto negativo no brand for definitivo.

Isso sem falar nas multas e sanções que ocorrem se não houver o cumprimento de algumas leis previstas em regulamentações internacionais, como o General Data Protection Regulation (GDPR) – lei de proteção de dados e da identidade dos cidadãos da União Europeia; e também nacionais, como a recente Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) que passará a valer a partir de fevereiro de 2020, e que determina como os dados dos brasileiros devem ser coletados e tratados.

Mas, como podemos resolver isso? Devemos deixar de criar e abandonar de vez a era da inovação, para não “bater de frente” com as exigências de SI? Não, claro que não! É preciso, antes de tudo, criar uma grande mudança cultural para que todas aquelas exigências que citei no começo deste artigo sejam vistas com bons olhos. É fundamental deixar claro que elas fazem parte da transformação que estamos vivendo, e que são elas que poderão garantir o sucesso ou um fracasso de um negócio.

Outros temas também devem ser vistos com mais atenção nesse processo que coloca a segurança como prioridade, entre eles, o security by design, um conceito que consiste em levar a segurança em consideração em todo o ciclo de desenvolvimento de um novo software, hardware ou aplicação, prevendo qualquer possibilidade de riscos. Ou seja, não basta apenas criar. Os times devem gerenciar, monitorar e garantir a segurança dessas criações, pois se essa proteção não for concebida desde o início, provavelmente haverá brechas que podem causar sérias consequências.

Já está mais do que na hora das empresas tratarem a segurança da informação como um acelerador de crescimento que permitirá apoiá-las neste cenário de mudanças constantes que estamos vivendo, garantindo que, pessoas, processos e tecnologia estejam alinhados com o objetivo do negócio.

Thales Cyrino é Cybersecurity Business Development Manager da Dimension Data no Brasil, empresa global de soluções e serviços de tecnologia da informação.

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

D'NEK Consultoria & Negócios


 D'NEK Consultoria & Negócios



A D'NEK Consultoria & Negócios é uma empresa que oferece diversos serviços na área empresarial para instituições de pequeno, médio e grande porte. Atua dando suporte para empresas (públicas ou privadas) que buscam apoio na gestão, liderança de mercado, divulgação de suas marcas, estabilidade, nova cultura organizacional, diferenciação, alinhamento de conhecimento.


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https://www.dnek.com.br

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Não Seja Escravo do Seu Fim


Todos nós pensamos nisto.
No momento final.
Que torna-se mais próximo a cada respiração.
Muitos farão qualquer coisa por mais um momento.
Irão crer por isto.
Irão cultuar por isto.
Rezarão por isto.
Mentirão por isto.
Lutarão por isto.
Chorarão por isto...
Morrerão por isto.
Deixamo-nos separar.
Sermos controlados...
Por este momento comum à todos nós.
Esta inerente parte de nossa existência.
Nós deveríamos ser unidos por isto...
Viver plenamente por causa disto.
Para quando este momento finalmente chegar...
E se for realmente o fim..
então que seja............

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Clube do Samba Acre: Convite Bloco Nó Na Madeira

Clube do Samba Acre: Convite Bloco Nó Na Madeira: Concentração do Bloco Nó Na Madeira 2012 em Homenagem aos 20 Anos da Mangabeira.. Muito Samba com o Grupo Roda de Samba, Velha Guarda ...

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Jovem prodígio de 17 anos descobre cura para o câncer

         Angela Zhang pode ter descoberto a cura do câncer

A cura do câncer pode ter sido descoberta por Angela Zhang, uma estudante de apenas 17 anos.
A informação foi publicada pelo site Daily Mail.
A jovem prodígio liderou um projeto utilizando nanopartículas para identificar as células cancerígenas, as quais podem ser enviadas ao centro dos tumores quando combinadas com uma droga à base de salinomicina. Depois de terem se “prendido” às células doentes, através de ressonâncias magnéticas, essas nanopartículas permitem que os médicos saibam exatamente onde estão ou poderão se formar os tumores.
A luz infravermelha derreteria as nanopartículas, liberando o medicamento que eliminará as células cancerígenas de dentro para fora. Quando testada em ratos, a tecnologia acabou quase que completamente com os tumores. Angela Zhang trabalha nesse projeto desde os 15 anos e passou mais de mil horas no laboratório para chegar a esse resultado.
Ainda vai levar alguns anos para que essa técnica seja testada em humanos, mas os primeiros resultados são promissores.
Angela Zhang tem uma bolsa de estudo de US$ 100 mil por ter ganhado o Siemens Competition Math, Science & Technologye. Já no ensino médio ela lia artigos de pós-doutorado em bioengenharia.

 
(Com informações do UOL)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Quem disse que aqui não tem samba?

Lá vem o samba e vai ecoar
E vem com a arte de improvisar
Quem disse que aqui não tem samba
Não sabe nem o que falar
Então tire logo o chapéu
Que é pro samba passar... 



Conheçam o movimento de sambistas Acreanos. "CLUBE DO SAMBA ACRE!"



terça-feira, 29 de novembro de 2011

Clamor Pela Lua

Cry For The Moon foi inspirada numa história real de um padre que estuprou uma criança na Holanda.
O clero (igreja) pediu para que os pais não denunciassem, que ficassem em silêncio.
Por isso trechos na música "O silêncio infinito clama por justiça".


Siga seu bom senso, você não pode se esconder

Atrás de contos de fadas para sempre e sempre
Apenas revelando toda a verdade poderemos descobrir
A alma desta fortaleza doentia para sempre e sempre, para sempre e sempre

Mentes doutrinadas frequentemente contém pensamentos doentios
E cometem a maioria dos males contra os quais pregam

Não tente me convencer com mensagens de Deus
Vocês nos acusam dos pecados cometidos por vocês mesmos
É fácil condenar sem se olhar no espelho
Atrás dos bastidores é que está a realidade

O silêncio eterno clama por justiça
O perdão não está à venda e nem a vontade de esquecer

Siga seu bom senso, você não pode se esconder
Atrás de contos de fadas para sempre e sempre
Apenas revelando toda a verdade poderemos descobrir
A alma desta fortaleza doentia para sempre e sempre, para sempre e sempre

A virgindade foi roubada em tão tenra idade
E o exterminador perde sua imunidade
Abuso mórbido de poder no jardim do Éden
Aonde a maçã ganha uma face jovial

O silêncio eterno clama por justiça
O perdão não está à venda e nem a vontade de esquecer

Siga seu bom senso, você não pode se esconder
Atrás de contos de fadas para sempre e sempre
Apenas revelando toda a verdade poderemos descobrir
A alma desta fortaleza doentia para sempre e sempre, para sempre e sempre

O silêncio eterno clama por justiça
O perdão não está à venda e nem a vontade de esquecer

Você não pode continuar se escondendo
Atrás de velhos contos de fadas e continuar lavando suas mãos em inocência
Tags: Epica,Cry,Lua,Clamor,Justiça,Padre,Clero,Silêncio,Conto de Fadas

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O Grande Ditador

Fonte: canal thelakeysisters
Tradução: canal thicogouv
Introdução: Francisco Boni

Introdução

The Great Dictator (O Grande Ditador) é um filme norte americano de 1940, do gênero comédia, dirigido por Charles Chaplin. Foi lançado em 15 de outubro de 1940 e satiriza o nazismo, o fascismo e seus maiores propagadores, Adolf Hitler e Benito Mussolini. Foi o primeiro filme falado de Chaplin também. Na ocasião de seu lançamento, os Estados Unidos ainda não estavam na Segunda Guerra Mundial.

O personagem de Chaplin dá um belo discurso final falando de direitos humanos no contexto da Segunda Guerra Mundial.

Tags: Adolf, adolf hitler, benito mussolini, Charles Chaplin, Direitos Humanos, Discurso, Ditador, Estados Unidos, fascismo, great dictator, Guerra Mundial, Hitler, nazismo, segunda guerra mundial
Fonte: BuleVoador

domingo, 20 de novembro de 2011

Porque não sou à favor da "lei Seca"

Vou iniciar esse texto com uma máxima que TODO MUNDO com mais de 2 neurônios sabe: Ninguém reage da mesma forma a ingestão de álcool.

Partindo dessa premissa, eu posso, sem sombra de dúvidas, dizer que a "lei seca" é um dos maiores erros da nossa legislação, e olha que o conjunto de leis do Brasil é um dos mais complicados, defeituosos e atrasados do mundo, porém a essa "tolerância zero" vai e encontro a todos os direitos e, principalmente contra a inteligência de todos nós.

Em 2009 eu senti na pele o que é ser "vitima" de um condutor que, irresponsavelmente, estava dirigindo completamente embriagado, mas nem por isso apoio essa lei ridícula, e sem sentido. SIM, EU SOU A FAVOR DE UMA FISCALIZAÇÃO E SOU CONTRA QUEM DIRIGE EMBRIAGADO, mas ao usar a palavra embriagado, rapidamente separamos os homens dos meninos.

Eu, por exemplo, (não sou nem quero ser exemplo de conduta para ninguém, apenas um exemplo de que álcool e direção podem conviver em harmonia) bebo desde os 16 anos, e a partir dos 19 comecei a dirigir, como não tenho motorista particular, e como 98% dos brasileiros não tenho dinheiro para me divertir e pagar as tarifas abusivas de táxi ao mesmo tempo, desde então bebo e dirijo, E DESDE ENTÃO NUNCA PROVOQUEI ACIDENTES POR QUE ESTAVA BÊBADO.

Meu pai já provocou vários acidentes por causa do álcool (ainda bem que sem nenhuma vitima fatal), e tive esse mau exemplo dentro da minha própria casa, então sempre tive a consciência de que, se eu precisar dirigir, bebo somente até o ponto que ainda tenho lucidez suficiente para voltar pra casa sem matar ninguém, e assim tenho vivido sem provocar NENHUM acidente por causa do álcool há mais de 6 anos.

O problema é que nem todos são que nem eu e meus amigos (que também NUNCA provocaram acidentes por causa do álcool), e alguns seres desprovidos de massa encefálica acabam dirigindo ainda mais irresponsavelmente quando estão sobre o efeito do álcool.

Exemplo prático: Duas pessoas depois de submetidas a mesma quantidade de alcool, vamos botar o exemplo de uma "caxinha" (doze latas de 350ml) conheço pessoas que depois dessa quantidade continua COMPLETAMENTE NORMAL, SEJA FISICA OU PSICOLOGICAMENTE, já outras que, com até menos, já precisariam até de glicose na veia.

Onde eu quero chegar:

Como eu disse anteriormente, ninguém reage igual ao álcool, portanto é de uma burrice descomunal igualar todos a uma determinada marca, e ainda mais quando essa marca é ZERO. Assim além de estar igualando todos a um mesmo limite (ridículo) de ingestão de álcool, ainda, na minha opinião, priva o cidadão muitas vezes de bem, que trabalha o dia e as vezes a semana inteira como um escravo, com uma remuneração desproporcional a carga de estress a que é submetido, do direito sagrado de ir e vir, sendo que, por, de certa forma, uma imposição do estado (salário ridículo, carga de impostos altíssima e etc) não tem como pegar um táxi, ou outro meio de locomoção para ir a uma festa ou um bar se distrair depois de uma semana de semi escravidão.

Uma coisa é certa: Quem é acostumado a beber consegue dirigir bêbado, mas ninguem consegue dirigir embriagado, essa é a sutil diferença. A alternativa seria testes alternativos, como já é usado em alguns estados dos EUA: Com uma simples linha no chão, o motorista é forçado a andar em linha reta por sobre a reta desenhada/colocada no chão, se não conseguir satisfatoriamente é um sinal notório de embriaguez, e será passível de multa, prisão ou qualquer outra sanção legal cabivel. Essa é apenas uma das muitas formas que existem de fiscalizar quem dirige embriagado.

Agora prender e multar trabalhadores por uma ou duas garrafas de cerveja é um completo absurdo.